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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

VAQUEJADA DE APODI TERMINA EM PAZ E CONTABILIZOU SUCESSO


Estacionamento do Parque Francisco Joaquim de Sales - Domingo de Vaquejada




Churrascaria 1 do Parque lotada


Churrascaria 2 do Parque Francisco Joaquim de Sales também lotou


Público presente na primeira noite de evento.

A 24ª edição da Vaquejada de nossa cidade, foi um sucesso total. A festa reuniu no Parque Francisco Joaquim de Sales vaqueiros e gente bonita dos Estados do RN, CE, PE e PB. O evento teve grandes inovações, o que sem dúvida garantiu todo sucesso. A vaquejada de Apodi foi uma festa de muita paz, diversão, gente bonita e grandes atrações. Parabéns ao empresário Milton Sales e toda sua equipe que não pouparam esforços para realizar mais uma festa de gado.
Parabéns ao Delegado Dr. Kleiton Pinho que juntamente com o Capitão Brilhante realizaram um grande trabalho durante a vaquejada, o que garantiu toda segurança do evento.
fonte: correio do oeste

mobilia para vaquejada!

Cultura do milho com os dias contados?



A cultura do milho deve deixar de ser cultivada na região semiárida nordestina e ser substituída por outras culturas mais resistentes nos próximos anos. Pelo menos essa é a opinião do pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) Paulo Nobre, que afirma: é preciso mudar outras culturas cultivadas no semiárido. "É tradicional o plantio de milho. Mas se você for à Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias), que estuda isso, você vai ver que o semiárido não é apto ao plantio e à colheita de milho. E as mudanças climáticas estão mostrando que vai se tornar ainda menos apto", alertou, durante participação na Segunda Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas, realizada em Fortaleza (CE) até a última sexta-feira, 20.
A declaração do pesquisador pode ser polêmica e talvez, considerada por muitos, incabível. Porém, basta considerarmos apenas a produção de milho na região oeste, por exemplo, para vermos que o milho realmente é uma cultura de grande risco para os agricultores que vivem nas cidades do semiárido, como Mossoró. Em 2009, Mossoró e região produziram 43.817 toneladas de milho, enquanto que neste ano a produção não passou de 9.185 toneladas, redução de 79.04%, por conta da demora no início das chuvas e do inverno irregular.
O pesquisador da Embrapa/Emparn (Empresa de Pesquisas Agropecuárias do Rio Grande do Norte) Marcelo Abdon Lira concordou que o milho não é a cultura mais indicada para o semiárido. Mas observou que culturalmente é muito difícil mudar esse hábito nordestino. "Quando implantaram o sorgo nos anos 70, disseram que era para substituir o milho, mas isso aconteceu apenas parcialmente, já que o milho continua sendo produzido em grande escala", lembrou.
Para Marcelo, o caminho é diminuir a vulnerabilidade da cultura do milho. "O que tem sido feito há 30 anos através de pesquisas", afirmou.
O pesquisador ressaltou que os efeitos já são percebidos com a adoção de uma semente superprecoce no Nordeste brasileiro. Ele explicou que a semente não é mais resistente, mas tem ciclo de cultivo bem inferior ao da semente comum, cultivada nos anos 70. "O ciclo de plantio da semente comum leva até 140 dias, enquanto que a superprecoce leva 100 dias, no máximo", destacou.
Marcelo informou ainda que o cultivo de cactáceas pode ser uma saída para o semiárido, tendo, por exemplo, o cultivo de palmas forrageiras com uso mínimo de água em regiões do Rio Grande do Norte.
O técnico analista de mercado de produtos agrícolas Luís Gonzaga Araújo e Costa disse que não concorda com a opinião de Paulo Nobre porque não se pode mudar radicalmente as culturas da nossa região. "Nada impede a inserção de novas culturas, mas continuando com as culturas de subsistência que já existem por aqui", opinou.

‘Girassol já ocupa espaços, mas milho é insubstituível’
A cultura do girassol já é uma realidade é já ocupa seu espaço na lavoura de Mossoró. Mas isso nem de longe quer dizer que os agricultores esqueceram do bom e tradicional milho. O vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Lavoura de Mossoró, Francisco Gomes, explicou que o cultivo do girassol tem algumas vantagens, especialmente o preço de mercado, mas jamais vai substituir o milho. "O girassol deve ser visto como um complemento de renda para os agricultores, como foi feito com o algodão no passado, pois o milho é insubstituível", disse.
O agricultor José Arimateia Lopes explicou a importância do milho para o homem do campo. "Com o milho ninguém passa necessidade no campo, pois come as pessoas e os animais", disse, com a simplicidade peculiar do homem da zona rural.
O pesquisador Marcelo Abdon Lira lembrou que pratos feitos com o milho para complementar a defesa da cultura do milho em nossa região. "Você já viu alguém comer canjica ou pamonha de sorgo?", indagou.
Marcelo destacou que não se pode pensar apenas na parte técnica "para não desperdiçar essa oportunidade que é a cultura do milho". "Mesmo buscando alternativas, devemos pesquisar cada vez mais para diminuir os riscos da cultura do milho, defendeu, complementado por Luis Gonzaga, que afirmou que todas as culturas precisam de tecnologia para se desenvolver no semiárido, assim como o milho.
fonte: de fato

Policia Rodoviária Federal monta ‘armadilha’ para flagrar ‘vaqueiros beberrões’ em Apodi


Fim de semana com vaquejada em Apodi e para controlar a ânsia dos motoristas fanfarrões, a Polícia Rodoviária Federal resolveu aplicar um a surpresa desagradável.

Durante toda a madrugada a PRF se instalou na BR 405 trecho que liga Apodi a Itaú e flagrou um grande número de motoristas que circulavam sob efeito de álcool.

E em meio a insatisfação dos flagrados ficou pelo menos uma certeza.

A de que a festa terminou com uma grande dor de cabeça.

Mas a iniciativa pode ter evitado inúmeros acidentes.

Correta a ação da PRF. 
fonte:giro pelo estado

Apodi: Prisões por furto e posse ilegal de arma


Arma apreendida

Apodi
- Por volta das 18:00hs de ontem (22), uma equipe da rádio patrulha formada pelo Sargento Ivanildo e os policiais Túlio e Caetano, sob o comando do capitão Brilhante conseguiram fazer a prisão de Mizael Ferreira da Silva, 25 anos, músico, natural de Apodi. O mesmo é acusado e confessou ter participado do furto de duas motocicletas, uma na cidade de Governador Dix-Sept Rosado e outra em Pau dos Ferros-RN. Durante a prisão, os policiais conseguiram encontrar na casa de Mizael um revolver calibre 32 com quatro munições intactas, a arma estava escondida dentro de um aparelho de som.

Veículo tinha sido furtado na cidade de Governador Dix-Sept Rosado-RN

O GTO de Apodi deu total apoio a operação, que culminou na apreensão de um menor K.C.A.L, 17 anos, que estava andando com o veículo pelas ruas de nossa cidade. A outra motocicleta estava com José Marcondes Tôrres Medeiros, 37 anos, natural de Apodi e residente na cidade de Felipe Guerra, o mesmo irá responder por receptação.


O trabalho ostensivo e preventivo das policiais Civil e Militar está dando certo

Este veículo foi furtado na cidade de Pau dos Ferros-RN
O Dr. Claiton Pinho, delegado da polícia civil irá dar continuidade as investigações para saber se há mais pessoas envolvidas com esses furtos, todos os procedimentos legais foram realizados.
fonte:por tras das grades RN

Kelps na Guarita: “Sempre que gritarem meu nome, gritem ainda mais forte o nome de João Maia”


O advogado Kelps Lima encerrou agora há pouco caminhada pelo bairro da Guarita, no Alecrim, mobilização realizada à convite da liderança do bairro “Neném do Arraiá São José”.
Em seu discurso, Kelps disse que sempre esteve ao lado das pessoas da Guarita, desde a época que tentou construir sua campanha de vereador em Natal, no ano de 2008.
Falando aos moradores do bairro, Kelps pediu votos para o deputado federal João Maia, líder do Partido da República no Rio Grande do Norte e principal candidato do PR nestas eleições no Estado. “Peço votos para mim, mas, principalmente, quero que vocês me ajudem a reconduzir João Maia para a Câmara Federal. Sempre que gritarem meu nome, gritem ainda mais forte o nome de João Maia”.
Kelps nasceu na Avenida Amaro Barreto, no Alecrim, é advogado formado pela UFRN e concorre à deputado estadual pelo PR com o número 22.456.

Fonte: Assessoria do candidato

domingo, 22 de agosto de 2010

FALENCIA POLITICA

Como é triste ver este lindo e imenso pais mergulhados na lama, enquanto os partidos políticos estiverem interessados somente em quantos bonecos falantes podem colocar do seu partido no congresso defendendo os seus interesses escusos, ao invés de trabalharem seriamente em acabar com a corrupção descabida, melhorar a educação para que possamos ter esperança que formaremos o cidadão do futuro menos egoísta e mais generoso, ou seja, políticos mais honestos. Ate quando o eleitor vai tolerar esse tipo de situação, será que eles nos têm por verdadeiros idiotas? Nestas eleições vou dar o meu voto a quem eu verdadeiramente acredito ser merecedor dele, vou pesquisar seu passado suas propostas e seu caráter, será que vou conseguir achar algum candidato com esse perfil??. 


Uma coisa que eu não consigo entender, para aplicar a lei é necessário que se tenha curso superior em Direito e ainda que se faça um concurso público. Agora para o processo de elaboração de um lei, o que não deixa de ser menos importante, não tem rigor nenhum nesta escolha, basta apenas que seja eleito pelo povo. Por isso que existe tantas leis falhas, por despreparo das pessoas que as elaboram. 


Já passou da hora de se criar um "VESTIBULAR" para futuros políticos do Brasil ... 


Postado Por: João Paulo

Anônimo disse...

A história que você vai ler a seguir vai mexer com você. Por favor leia até a última frase, mas não esqueça que o final, quem decide é você.



Em uma pequena aldeia bem distante, um homem desperta, com as costas bastante doloridas, sem camisa e amarrado a um enorme tronco, ao olhar para o lado, ele avista sua esposa, filhos, demais familiares, vizinhos e amigos, todos na mesma situação. Ele então escuta uma canção assim: “sou bonzinho”, “sou bonzinho”, “sou bonzinho”, e surge um ser de sorriso estampado no rosto, bem vestido, e se propõe a ajudá-los. 


Desamarra-os, passa pomada nas feridas, com marca de anos de sofrimento, e pergunta-os: “Quem fez isso com vocês?” Eles não se recordam de nada do que aconteceu.


“Não se preocupem”, diz o bondoso ser, “a partir de agora irei cuidar de vocês”. Leva-os para uma “medicinaria” (local da cura), e um homem se recorda que já esteve ali antes e que nunca foi bem atendido naquele lugar, e mostra um papel mágico com as iniciais S.O.S, dizendo que nunca funcionava, mas o bondoso ser diz: “ah, é só falar com jeitinho, que dá certo!” E deu. O homem foi bem tratado lá.


Aproxima-se outro homem e diz que faz tempo que ele e seus familiares não se alimentavam. “Sem problemas” fala o ser com voz suave: E lhe um dá saco com provisões que dará para pelo menos uns 15 dias. Surge então uma senhora que envergonhada, com a mão tapando a boca e de cabeça baixa fala que está sem dentes. “Só isso?”, o bondoso ser lhe doa uma dentadura. E uma suave melodia continua: “sou bonzinho”, “sou bonzinho”, “sou bonzinho”. 


Outro senhor chega alarmando: “na minha cabana não tem lenha para o fogão”. “Só isso, pegue um feixe”, mas uma vez o bondoso ser resolve os problemas, e vai deixando marcas de bondade por onde passa, sempre ao som da musiquinha: “sou bonzinho”, “sou bonzinho”, “sou bonzinho”. 


E o rastro de “bondades” vai se alastrando, e as pessoas comentando: “é um santo”, e já que é santo vamos divulgar: surgem fotos da criatura de todos os tamanhos e tipos. E aí é que eles se surpreendem, não é somente um ser bonzinho, mas são vários, de todas as cores, gêneros e afins.


E a pequena aldeia se vê dominada por um ritual que ocorre a cada 02 anos (um com seres maiores e outros com seres médios). Os seres bonzinhos fazem uma disputa para saber quem são os melhores, e quem decide? As pessoas que foram ajudadas. Elas em troca dos favores que receberam passam para os seres bonzinhos, um procuração que lhes dá o direito de decidir sobre o seu futuro. Os que receberem mais procurações serão seus tutores.


E quando sai o resultado dos escolhidos, algo estranho acontece: as músicas cessam, e aqueles seres bonzinhos deixam cair suas máscaras, e se mostram criaturas perversas e inescrupulosas. 


Então elas partem para cima das pessoas, rasgam suas vestes e as amarram nos troncos, torturando-os com chibatadas e privações durante 02 anos, até chegar novamente o tempo do estranho ritual, quando eles aproximam-se dos aldeões e lhes dá uma poção que provoca o esquecimento desses fatos, e é então que eles voltam a colocar suas máscaras e a história recomeça... bem, o resto vocês já ouviram, e como diz o título essa é “Uma história sem fim”.


Se não gostaram dessa história, vocês podem mudá-la, ou simplesmente escreverem a sua.


Profº. Roberland Ricardo (ROBSTAR) –
Alô Educação – aos sábados de 07:00 às 08:00h – FM CIDADE – 87,9



Postado Por: João Paulo

sábado, 21 de agosto de 2010

Em busca de algo mais, Conca sonha com a seleção. Seja qual for


Praticamente ignorado em seu país, apoiador do Fluminense aceitaria defender o Brasil, mas se mostra humilde: ‘O país tem jogadores melhores'



Conca está encucado, acha que não tem jogado o suficiente, busca um algo mais. Algo mais? Perguntariam os tricolores. Tudo bem, pelo Fluminense o argentino só não faz chover. É o principal jogador da equipe que lidera o Brasileirão, com direito a participação em mais de 50% dos gols. Mas isso não é suficiente para o baixinho de 1,67 e 27 anos. Ele sonha mais alto. Sonha com a seleção. Qual delas? Pode ser qualquer uma: a brasileira ou a argentina.

Desde 2007 no Brasil, Darío Conca chama a atenção não somente pelos dribles, jogadas de efeitos e passes magistrais. Neste período, apresentou uma regularidade que o fez ser apontado como um dos principais jogadores do país nos últimos campeonatos nacionais – em 2009, por exemplo, foi eleito o craque da galera no Prêmio Craque do Brasileirão.

O reconhecimento do torcedor brasileiro, em especial do Fluminense, no entanto, é tratado com descaso em sua terra natal. Aclamado no Brasil, sequer estampa manchetes na Argentina ou é cotado para a seleção. Quando é lembrado há sempre o “porém” de sua passagem frustrante pela equipe principal do River Plate.
A situação não incomoda o “hermano” tricolor. Muito pelo contrário, o motiva ainda mais para “fazer chover” e, enfim, ser lembrado.
- Penso que alguma coisa está faltando. Em alguma coisa tenho que melhorar para poder brigar por uma vaga. Se não fui chamado, é porque falta algo. Fazer mais gols, chegar na área, melhorar. A Argentina é como o Brasil, há grandes jogadores e os convocados têm sido bem escolhidos.
Da Argentina o máximo que Conca recebe é o carinho de familiares. Esses, sim, orgulhosos de seu sucesso além das fronteiras e ávidos por notícias.
- Sempre recebo ligações de amigos, familiares que se preocupam. É um orgulho para mim jogar no Brasil, por tudo que o futebol do país representa. Além de estar em um grande clube como o Fluminense.
Ignorado pela equipe principal, Darío, como é chamado internamente no Flu, já teve oportunidade nas categorias de base da seleção argentina. Em 2002, disputou nove partidas e marcou um gol. O histórico, porém, não o impede de cogitar algo tratado como utopia pelo próprio: defender a Seleção Brasileira.
- Sempre falei, por tudo que o Brasil tem me dado, que jogaria, sim. Mas acho difícil. O Brasil conta com jogadores muito importantes, sempre teve grandes seleções. Sei que o país conta com jogadores melhores do que eu.
Especialista em leis do futebol, o advogado Marcos Motta dá asas para a imaginação de Conca e deixa claro que, caso seja convidado, o argentino poderia, sim, defender o Brasil.
- Pode jogar, sim. Se tivesse atuado pela seleção “A” da Argentina, não seria possível, mas como foi apenas na base, não há problemas.
A bola agora está nas mãos de Mano Menezes, que comanda processo de renovação da equipe nacional. Enquanto isso, Conca segue em busca do “algo mais” e defende o Fluminense, domingo, às 18h30m (de Brasília), no Maracanã, no clássico contra o Vasco, pela 15ª rodada do Brasileirão.

Postado Por: João Paulo

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Veja cidades que mais contrataram em julho

Cidade                                                                                      Saldo de vagas
(diferença entre contratações e demissões)
São Paulo (SP) 19.335
Rio de Janeiro (RJ) 7.006
Fortaleza (CE) 4.777
Recife (PE) 3.326
Curitiba (PR) 3.151
Salvador (BA) 3.130
Belo Horizonte (MG) 2.723
Belém (PA) 2.426
Campinas (SP) 2.404
Porto Alegre (RS) 2.349
São Luís (MA) 2.292
Petrolina (PE) 2.086
Manaus (AM) 1.924
Osasco (SP) 1.770
Matão (SP) 1.740
Jundiaí (SP) 1.480
São Bernardo do Campo (SP) 1.479
Natal (RN) 1.471
Londrina (PR) 1.469
Goiânia (GO) 1.401
Araucária (PR) 1.384
Bauru (SP) 1.297
Porto Velho (RO) 1.293
Camaçari (BA) 1.292
Duque de Caxias (RS) 1.208
Franca (SP) 1.175
Ipatinga (MG) 1.161
Aracaju (SE) 1.130
Sorocaba (SP) 1.089
Ribeirão Preto (SP) 1.063
Vargem Grande do Sul (SP) 1.009
Coelho Neto (MA) 999
Vitória (ES) 995
Salgueiro (PE) 988
Diadema (SP) 959
Santos (SP) 958
Bebedouro (SP) 952
Teresina (PI) 942
Guarulhos (SP) 927
Casa Nova (BA) 869
Parauapebas (PA) 859
Mossoró (RN) 850
Caxias do Sul (RS) 848
São Caetano do Sul (SP) 817
Cristalina (GO) 814
Patrocínio (MG) 809
Campo Grande (MS) 762
Macaé (RJ) 739
Uberlândia (MG) 717
Limeira (SP) 688
OUTRAS CAPITAIS
João Pessoa (PB) 501
Palmas (TO) 494
Rio Branco (AC) 254
Cuiabá (MT) 158
Boa Vista (RR) -63
Brasília (DF) -78
Florianópolis (SC) -83
Macapá (AP) -170
Maceió (AL) -298